Abençoada com uma voz que lembra as divas do jazz em tempos idos, a japonesa Keiko Lee, pianistas das boas, enterrou de vez a noção de que a alma é uma prerrogativa das peças que jazz é só dos americanos. De fato, já é tempo dos ouvintes equipararem sua voz rica, que pairam nos registros mais baixos da escala de música, com torta de açúcar, no que ela transforma as canções. Sedosa e sensual, seus vocais envolvem-se habilmente em torno de músicas que iriam enviar uma cantora inepta entrar num frenesi de melodrama exagerado e al de falso sentimental . Música que você pode estalar os dedos – isso é o que Lee oferece numa uma bandeja de prata, e quem poderia recusar um prato tão atraente?
Esta faixa é mais uma pérola do mestre Acir Vidal para a sua prestigiosa radiola.
Abençoada com uma voz que lembra as divas do jazz em tempos idos, a japonesa Keiko Lee, pianistas das boas, enterrou de vez a noção de que a alma é uma prerrogativa das peças que jazz é só dos americanos. De fato, já é tempo dos ouvintes equipararem sua voz rica, que pairam nos registros mais baixos da escala de música, com torta de açúcar, no que ela transforma as canções. Sedosa e sensual, seus vocais envolvem-se habilmente em torno de músicas que iriam enviar uma cantora inepta entrar num frenesi de melodrama exagerado e al de falso sentimental . Música que você pode estalar os dedos – isso é o que Lee oferece numa uma bandeja de prata, e quem poderia recusar um prato tão atraente?
Esta faixa é mais uma pérola do mestre Acir Vidal para a sua prestigiosa radiola.
A Japa manda muito.
Adorei.
Belíssima voz.
E um piano maneiríssimo.