Archive for fevereiro 4th, 2010
DANÇANDO COM COBRA
1949
Luz del Fuego, nome artístico de Dora Vivacqua - (Cachoeiro de Itapemirim, 21 de fevereiro de 1917 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 1967) – foi uma bailarina, naturista e feminista brasileira. Dora foi a décima quinta filha de Etelvina e Antonio Vivacqua, de famílias oriundas da imigração italiana no Espírito Santo. Foi irmã do senador Attilio Vivacqua.
Luz del Fuego teve sua vida levada para o cinema em um filme estrelado por Lucélia Santos, que no entanto não retrata nem de perto o que foi a vida desta lutadora. *
(*) Wikipédia, a enciclopédia livre.
A PROPÓSITO
2010
Joyce, jornalista, minha filha primogênita, na Pousada Terra Mar, na Enseada
das Garças, Praia Grande, Fundão (ES), em 30-01-2010. *
(*) Acir Vidal, editor do site.
A VINGANÇA DOS ANIMAIS
Para dificultar o trabalho de falsificadores, foi lançada ontem uma nova família de cédulas do real. Com tamanho variável – quanto maior o valor, maior a nota – o dinheiro novo terá vários elementos de segurança.
A estreia será entre abril e maio, quando começam a circular as notas de R$ 50 e R$ 100, que concentram 95% das falsificações. Até 2014, todo o dinheiro em circulação deverá ser da nova família. Para o governo, a novidade facilitará a aceitação internacional do real.
(*) Último Segundo.
A PROPÓSITO
Segundo a irreverência na Internet, as notas do real em vários tamanhos foi “bolada” para que tenham boa armazenagem na cueca e nas meias, segundo o tamanho de cada uma. *
(*) Acir Vidal, editor do site.
EM TEMPO
ASSIM TERIA SIDO MAIS CRÍVEL
O Coroné Sarney entrou no território das
bandalheiras sem passaporte para voltar. *
(*) Acir Vidal, editor do site.
TERCEIRA IDADE
Todos nós devemos nos preparar para esta etapa da vida.
Uma bonita mensagem sobre envelhecer:
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????????????
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PQP !!!
Esqueci o que era…
Fui!!!… fazer… sei lá… esqueci!!!
(*) Curt Nees, 6.3 e aturando a politicalha que assola o País.
Pensador, despachando de Jaraguá do Sul, na bela e Santa Catarina.
O MUNDO É GAY
OAB: posição de general contra gays nas Forças Armadas é fato lamentável

Brasília, 04/02/2010 – O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, criticou hoje (04) as declarações do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, candidato a uma vaga no Superior Tribunal Militar, contrárias a presença de homossexuais nas Forças Armadas, que considerou discriminatórias. “É lamentável que este tipo de discriminação ainda continue existindo nos dias de hoje nas Forças Armadas brasileiras”, afirmou Ophir, para quem o que se deve exigir de um militar é disciplina, treinamento e a defesa do País, nos termos da Constituição, independentemente de sua opção sexual.
“A defesa do País tem que ser feita por homens e mulheres preparados, adestrados e treinados para este fim, independente da opção sexual de cada um”, sustentou o novo presidente da OAB Nacional. “É fundamental a preparação e a disciplina dessas pessoas para defender o nosso País, nos termos da Constituição”.
As declarações do general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado a uma cadeira no STM, foram feitas nesta quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Para ele, os homossexuais que trabalham nas Forças Armadas devem procurar outra carreira fora dos quartéis. O militar afirma que a tropa se recusaria a seguir ordens de um oficial gay, segundo o noticiário de hoje.
(*) OAB.
GENTE FINA
Assembleia Legislativa autoriza que denúncia contra Pavan seja analisada pelo TJ
Decisão partiu de uma votação realizada na tarde desta quarta-feira
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A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou, na sessão desta quarta-feira, o pedido de autorização para que o Tribunal de Justiça (TJ) decida se denúncia contra o vice-governador Leonel Pavan (PSDB) vira processo. O pedido de autorização foi aprovado por unanimidade por 37 votos, 10 a mais do que o mínimo necessário. Três deputados não estavam presentes.
O decreto com a decisão do Legislativo foi protocolado no final da tarde, no gabinete da relatora do processo, desembargadora Salete Silva Sommariva. A decisão é inédita, pois dificilmente o Legislativo concede autorizações para processar autoridades.
O presidente da Assembleia, Gelson Merísio (DEM), explicou que o regimento interno da Casa não determina expressamente a tramitação de um pedido de autorização, mas que seriam possíveis três caminhos: encaminhamento para a Procuradoria, encaminhamento para a Comissão de Constituição e Justiça ou votação em plenário.
Segundo Merísio, a mesa diretora entendia que o mais indicado era a deliberação imediata pelo plenário e foi seguida por todos os deputados presentes.
Antes da votação, foi lida a carta enviada pelo vice-governador aos deputados, onde pedia que a Assembleia concedesse a autorização para dar sequência ao processo no Poder Judiciário. Também foi lido o ofício assinado pela desembargadora Salete Sommariva solicitando a autorização legislativa.
Bancadas
A maior parte das bancadas já havia declarado o voto pela aprovação, alegando estar cumprindo a vontade de Pavan. Os deputados da oposição também declararam o voto pela autorização, mas destacaram que já tinham este posicionamento antes mesmo de Pavan entregar a carta à Presidência.
Ainda na tarde de quarta-feira, o decreto foi entregue ao TJ. Conforme manda o Regimento Interno da Assembleia, os deputados Jailson Lima (PT) e Dagomar Carneiro (PDT) estiveram no gabinete da relatora, mas Sommariva não estava. De acordo com seus assessores, a desembargadora está de licença médica após uma crise de labirintite. O ofício foi entregue ao assessor Wilson Kroner Campo.
O vice-governador foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de corrupção passiva, advocacia administrativa e quebra de sigilo funcional, por causa do episódio em que teria intercedido na da Fazenda para beneficiar uma empresa suspeita de sonegação fiscal.
A palavra de Pavan
Por meio da sua assessoria, o vice-governador Leonel Pavan, que descansa em um spa, em Gramado (RS), afirmou que quer ser julgado.
— Quero ser julgado, pois não posso viver sob suspeição. Sou acusado de um crime que não cometi. Preciso desse julgamento como uma pessoa precisa de ar para sobreviver. As atitudes arrogantes nunca combinaram com o meu jeito de ser e de fazer política — disse Pavan.
(*) Diário Catarinense.
BRIGA NA FAMIGLIA?
Ciro diz que mandará Dirceu pastar se
ele pedir para desistir de candidatura
MÁRCIO FALCÃO*
Conhecido pelo estilo direto e, em muitas vezes, agressivo, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), afirmou nesta quarta-feira que se o ex-ministro José Dirceu pedisse para que ele retirasse sua candidatura ao Palácio do Planalto, o “mandaria pastar na mesma hora”.
Ciro acusou o ex-ministro, que voltou a integrar o Diretório Nacional do PT, de promover “um golpe” nas articulações para o PT fechar alianças nos Estados e as especulações sobre a possível candidatura do deputado ao governo de São Paulo. Apesar da crítica, o deputado disse que tem apreço por Dirceu a quem considera um amigo.
“O Dirceu deveria assumir um certo recato. A conduta atual dele é golpista. E eu sou amigo dele, sou mais franco com meus amigos do que com meus inimigos. Ele não tem coragem de me pedir para retirar a candidatura, até porque eu mando ele pastar na mesma hora”
Dirceu afirmou, em seu blog, que o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, “sabe que ele e seus companheiros socialistas não deixarão de ter no PT um aliado já no primeiro turno, caso apoiem a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) em praticamente todo o país”.
Em outra mensagem, o ex-ministro disse que é bastante necessária uma conversa ampla do PSB com os demais partidos de oposição ao governo Serra, para que o deputado possa decidir seu futuro político.
“Muito correta e necessária, na minha avaliação, essa reunião que as direções regionais paulistas do PSB, PT, PDT, PC do B, PTC, PRB, PSC e PTN marcaram para o próximo dia 12 com o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para discutir sua candidatura ao governo paulista”.
(*) Folha Online.
A VIÚVA É RICA
Dassault diminui preço, e Lula escolhe caça francês
Valor do pacote de 36 caças cai quase R$ 4 bi, e governo bate o martelo pelo Rafale
Mesmo com redução, avião fabricado pela França custará quase 40% a mais do que o concorrente mais barato, o sueco Gripen
ELIANE CANTANHÊDE
COLUNISTA DA FOLHA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Nelson Jobim (Defesa) bateram o martelo a favor do caça francês Rafale. A decisão foi tomada depois que a fabricante, Dassault, reduziu de US$ 8,2 bilhões (R$ 15,1 bilhões) para US$ 6,2 bilhões (R$ 11,4 bilhões) o preço final do pacote de 36 aviões para a Força Aérea Brasileira.
Mesmo com a redução, os caças franceses têm preço muito superior ao dos concorrentes. Conforme a Folha apurou, a proposta do modelo Gripen NG, da sueca Saab, foi de US$ 4,5 bilhões, e a dos F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, de US$ 5,7 bilhões.
Além do custo do pacote, que inclui avião, armas, logística e custo de transferência tecnológica, a Dassault estimou que a manutenção dos aviões por 30 anos custará US$ 4 bilhões.
Os valores foram revistos após o presidente Lula anunciar antecipadamente a vitória do Rafale, em setembro. O preço unitário, sempre uma estimativa, era então menor para todos os concorrentes porque o pacote não previa vantagens incluídas na renegociação -como o custo de a Embraer fabricar o caça futuramente.
Norte-americanos e suecos dizem que houve também uma mudança de condições na negociação. Na seleção da FAB, cujo relatório foi finalizado em dezembro, os preços eram fechados e inegociáveis. Pelo documento, o Rafale ficou em último (o Gripen liderou a lista).
Com a redução apresentada a posteriori pela França, o preço ficaria sujeito a alterações futuras, informação que não é confirmada pelo governo.
A redução de US$ 2 bilhões na oferta francesa foi concluída no sábado, quando Jobim passou por Paris na volta de uma viagem a Israel. Deu o aval após reunião com o embaixador brasileiro, José Maurício Bustani.
O secretário de Economia e Finanças da Aeronáutica, brigadeiro Aprígio Azevedo, foi a Paris para participar da negociação. É a FAB quem arca com os custos de manutenção.
A intenção de Jobim, conforme disse à Folha em janeiro, era reavaliar pessoalmente os critérios no relatório técnico da FAB e, após redistribuir o sistema de pesos para cada um, o que poderia mudar o resultado final, levar o relatório próprio ao presidente. A ideia não evoluiu porque o formato do relatório da FAB era muito rígido, e o Rafale não foi o melhor em nenhum dos critérios.
Assim, Jobim estudou o relatório, elaborado em mais de dez meses pela Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronaves de Combate), e fez, anteontem, uma exposição a Lula para justificar a escolha do Rafale, decidida há meses.
Jobim comunicou a decisão ao comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, que, conforme relatos, ficou “desolado”, mas determinado a acatar o posicionamento político do Planalto e da Defesa.
Depois de desistir de alterar os pesos dos critérios da FAB, Jobim vai defender a escolha do Rafale contrariando os argumentos técnicos e os meses de estudos, viagens e avaliações dos aviadores da Copac.
A decisão de Lula sobre a escolha é soberana, segundo a Constituição. Governo e Congresso têm de aprovar financiamentos, e o TCU checa as contas. É uma decisão de difícil reversão após assinada.
A base da justificativa vai ser que o F-18 é americano e o Gripen NG tem componentes dos EUA, como o motor, e ambos deixariam o Brasil vulnerável -os EUA já impediram a Embraer de vender os aviões Super Tucano à Venezuela por terem peças americanas.
No caso do Gripen NG, Jobim vai dizer que o avião “é só um projeto” e reúne peças de diferentes países, o que poderia exigir múltiplas negociações para revenda internacional.
A Aeronáutica argumenta que o motor é “apenas mecânico”. A aviônica (parte eletrônica) e o sistema de armas (“comunicação” entre o avião e seu armamento), esses sim, poderiam sofrer vetos e restrições.
Nenhum aspecto técnico poderia demover o governo de fechar com a França, decisão tomada no contexto do que Planalto, Defesa e Itamaraty classificam de parceria estratégica.
(*) Folha de São Paulo (Assinantes)
A PROPÓSITO
SÁBIA SAÚVA













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