AVISO AOS NAVEGANTES

Amigos, darei um descanso a vocês. Passarei o feriadão em Praia Grande, Nova Almeida, paradisíaca praia cerca de 70 km daqui de Vitória (ES). Até a volta. *

 (*) Acir Vidal, editor do site.

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O PERSEGUIDO

Jader Barbalho diz que Ficha Limpa é pior que o AI-5, da ditadura militar

BELÉM (PA) - O deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA), que teve seu registro de candidatura ao Senado negado na quarta-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , reagiu de forma duríssima à sentença. Ele disse que a lei da Ficha Limpa, que motivou a decisão da Justiça Eleitoral, é pior que o Ato Institucional número 5, o AI-5, baixado pela ditadura militar, em 1968, e que foi considerado o golpe dentro do golpe militar. O AI 5 fechou o Congresso Nacional, cassou mandatos de parlamentares, proibiu manifestações públicas e, a partir dele, a linha dura tomou conta do regime de 64. Em nota enviada ao GLOBO, Jader afirmou: Essa lei supera o AI-5 da ditadura militar que decretou a inelegibilidade de seus adversários por 10 anos. A proposta popular era tornar inelegíveis os políticos condenados. Eu não tenho nenhuma condenação”.
Em outro trecho, Jader diz que a questão da renúncia não estava incluída na proposta popular assinada por 1,5 milhão de pessoas. O parlamentar paraense disse que a possibilidade de cassar registro de quem renunciou tem como objetivo atingir o ex-governador Joaquim Roriz, do Distrito Federal. “A emenda da renúncia é um passageiro clandestino, colocado, na surdina, para atingir a Joaquim Roriz, visando o governo do Distrito Federal. O povo não tomaria uma decisão tão débil”.
Jader confirmou que irá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), disse que cassar candidatura de quem renunciou é inconstitucional e comparou o poder de retroagir da lei do Ficha Limpa ao divórcio. “É a mesma coisa que o Congresso criar hoje uma lei tornando o divórcio ilegal. E dizer que isso vale para quem se divorciou nos últimos dez anos. Ou seja, torna-se bígamo aquele que se casou novamente nos últimos dez, vinte ou trinta anos”.
 

(*) O Globo.

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TOCANDO TERROR

A bala de prata


O PSDB decidiu apostar no escândalo da quebra de sigilo na Receita Federal para tentar alterar o rumo da eleição presidencial. O alvo são os 33% de indecisos, apontados na pesquisa espontânea Datafolha do dia 26.
Os tucanos trabalham com três objetivos: 1. Vincular o caso ao cotidiano da maioria dos eleitores; 2. Apresentar José Serra como vítima de forças escusas; 3. Colocar as digitais do PT no caso, a exemplo dos aloprados de 2006.
O PSDB acredita que o escândalo da quebra de sigilo na Receita afetará a candidatura de Aloizio Mercadante (PT) a governador.
“Isso pega aqui em São Paulo. O povo daqui paga imposto”, afirma o deputado José Anibal (PSDB-SP), um dos coordenadores da campanha de Geraldo Alckmin.
Para os tucanos paulistas, esta é mais uma operação da “turminha do ABC”, que já foi protagonista dos aloprados de 2006.
O PSDB local quer colar Mercadante no escândalo. Aliás, as pesquisas qualitativas tucanas já mostraram o caminho para anular o apoio do presidente Lula ao petista: “Se ele é tão bom, por que Lula não o nomeou ministro?”
 

(*) Ilmar Franco, O Globo.

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QUINTA-FEIRA, 2 DE SETEMBRO DE 2010

                    SOM  NAS  CAIXAS

Na radiola, “Another Dream”, com

Amos Hoffman (guitarra)
Avishai Cohen (baixo)
Duane Eubanks (trompete)
Jorge Rossi (bateria)

Gravada em  New Jersey, (EUA),
em 2 de fevereiro de 1999.  *

(*) Acir Vidal, editor do site.

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UPP DA RECEITA *

Se, como andou dizendo por aí, pretende mesmo levar a receita das Unidades de Polícia Pacificadora do Rio para todo Brasil, Lula devia começar a experiência pela Receita Federal de Santo André.
Aquilo lá é um inferno! *

 

(*) Do blog do Tutty Vasquez.

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MENOS UM…

Direto do Plenário: TSE cassa registro de
Jader Barbalho com base na Lei da Ficha Limpa

Por maioria de votos (5×2), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o registro de candidatura de Jader Barbalho, por considerá-lo inelegível com base na Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010). A Corte, com exceção dos ministros Marco Aurélio e Marcelo Ribeiro, acompanhou voto do relator do caso, ministro Arnaldo Versiani. O TSE deu provimento ao recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) que questionou a candidatura de Jader Barbalho ao Senado. O registro havia sido deferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA).
O Plenário do TSE entendeu que, assim como o caso julgado ontem de Joaquim Roriz, também Jader Barbalho por ter renunciado ao mandato de senador está inelegível, com base no artigo 1º, inciso I, alínea “k” da Lei nº 64/1990, com alteração da Lei Complementar nº 135/2010. Jader Barbalho renunciou ao mandato de senador em 2001 antes que o Conselho de Ética do Senado iniciasse um processo disciplinar por quebra de decoro parlamentar, que poderia levá-lo à cassação do mandato e à inelegibilidade. Neste caso, a Lei da Ficha Limpa prevê a inelegibilidade por um prazo de oito anos, contados da data em que o mandato se extinguiria. O mandato de Jader terminaria em 2003.
 

(*) agencia.tse.gov

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N0VIDADE!!!

Ministro Hamilton Carvalhido rejeita recurso
contra candidatura de Roseana Sarney

O ministro Hamilton Carvalhido, do Tribunal Superior Eleitoral, negou recurso apresentado por Aderson de Carvalho Lago Filho contra o registro de candidatura de Roseana Sarney Murad ao cargo de governadora nas eleições de 2010.
Aderson Lago  alegava de que a candidata seria inelegível, à luz da Lei Complementar nº 135/10, por ter sido condenada por órgãos colegiados do Poder Judiciário em três processos, incidindo na causa de inelegibilidade da alínea h do inciso I do artigo 1º da Lei Complementar nº 64/90.
Ao decidir pela manutenção da candidatura de Roseana Sarney, o ministro Hamilton Carvalhido ressaltou que “a candidata foi condenada ao pagamento de multa, por violação ao artigo 36, § 3º, da Lei nº 9.504/97, em razão de propaganda eleitoral irregular, não se podendo inferir, a partir da análise daquela representação, que tal prática resulta do abuso do poder político, não reconhecido em sede apropriada”.
O relator salientou ainda que “a infração àquele dispositivo não configurava, como ainda não configura, por si só, causa de inelegibilidade, não obstante as modificações legais introduzidas pela Lei Complementar nº 135/2010, não havendo, assim, como invocar o artigo 1º, I, h, da Lei de Inelegibilidade”.
“Deve, assim, ser mantido o deferimento do pedido de registro de candidatura de Roseana Sarney Murad ao cargo de governador.”, decidiu o ministro Carvalhido.
 

(*) agencia.tse.gov

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SENTA QUE O LEÃO É MANSO!

Planalto tenta ‘blindar’ Dilma no escândalo

O Palácio do Planalto deflagrou nesta quarta-feira uma operação para evitar que a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, sofra desgastes com o episódio envolvendo a quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra , filha do candidato tucano, José Serra.
Diante dessa orientação, a coordenação de campanha isolou Dilma, para evitar que ela seja contaminada por essa agenda negativa.
A decisão foi tomada após a entrevista de Serra na madrugada desta quarta-feira ao “Jornal da Globo” , da TV Globo, em que ele acusou a campanha petista de recorrer à mesma tática usada pelo ex-presidente Fernando Collor, em 1989, que usou o depoimento de Miriam Cordeiro, uma ex-namorada do candidato Luiz Inácio Lula da Silva.
Na ocasião, Miriam acusou Lula de lhe pedir que abortasse. Dilma, porém, já tinha uma entrevistada agenda para esta quarta-feira à noite no SBT, onde teve de falar no caso.
De forma reservada, integrantes da campanha e do governo demonstraram preocupação com a repercussão política do episódio. Mas a avaliação é que o impacto será restrito.
Para um ministro petista, se todas as denúncias tivessem surgido agora, de uma única vez, haveria um estrago eleitoral considerável na campanha. Mas, como todas as acusações saíram em doses homeopáticas nos últimos meses, o assunto teria sido assimilado pela população como um episódio de disputa política.
Em 1º de junho, O GLOBO revelou que Verônica era o principal alvo de um suposto dossiê da campanha petista . Nesta quarta-feira, os petistas monitoravam com pesquisas telefônicas e qualitativas a repercussão das denúncias.
Seguindo a orientação traçada pelo Planalto, Dilma foi monotemática ao conceder entrevista nesta quarta-feira após se encontrar com o presidente de Colômbia, Juan Manuel Santos.
Sob o argumento de que os jornalistas colombianos teriam outros compromissos, a assessoria da candidata interrompeu a entrevista quando seria mudado o tema.
- Não tem por que a Dilma ficar comentando o episódio. Nós processamos todos que tentaram vincular o PT e Dilma a esse assunto. A Dilma não vai ficar falando sobre isso. Agora a Dilma tem que dar explicações sobre a falsificação da assinatura da filha de Serra? Não temos nada a ver com isso. Nós só discutimos esse assunto com Serra nas barras dos tribunais – disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra.

(*) Gerson Camarotti, O Globo.

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QUARTA-FEIRA, 1º DE SETEMBRO DE 2010

              SOM  NAS  CAIXAS

Na radiola, “Flay Me To The Moon”, com

Nicki Parrott (baixo/vocal)
John di Martino (piano)
Lisa Parrott (sax soprano/barítono)
Mark Sganga (guitarra)
Harry Allen (sax tenor)
Billy Drummond (bateria)

Gravada em New York, em 2009. *

(*) Acir Vidal, editor do site.

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FILME MANIFESTO

 

Vejam como é tratada a cultura “nestepaíz”.
Em Cataguases (MG),  onde também nasci,
o berço do cinema brasileiro, estão querendo
vender o cinema onde tudo começou
para o bispo Edir Macedo. Pode?

(*) Acir Vidal, editor do site.

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NÃO É O ZÉ DIRCEU! *

José Dirceu não vai substituir Pedro Bial no BBB! Também não pretende voltar ao governo ou tampouco à Disney este ano. O ex-ministro não faz outra coisa há tempos senão desmentir o que vem a público a seu respeito. Só não contestou o implante de cabelo a que se submeteu porque esta talvez seja a única coisa que deu certo na história contada depois daquilo tudo que ele, naturalmente, nega sobre o mensalão.
Negou agora evidências de disputa com Antonio Palocci pelo poder no próximo governo com a mesma convicção já utilizada por ele este ano para rechaçar notícias envolvendo seu nome ao escândalo da “nova Telebrás”, às articulações que tiraram Ciro Gomes da corrida eleitoral, ao último dossiê aloprado, às Farcs e o escambau.
A má notícia em pessoa virou uma espécie de genro que toda mãe imagina em pesadelos com a filha. Tem gente com medo dele, sem nenhum motivo para tal. A torcida do Atlético Mineiro, por exemplo, está apreensiva à toa com a possibilidade de lembrarem no clube do nome de José Dirceu para o lugar do técnico Vanderlei Luxemburgo! Pois se nem no governo Dilma Rousseff tem vaga pra ele, caramba!
 

(*) Do blog do Tutty Vasquez.

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LÁ, NÃO!

Lula rejeita ideia de medir forças com Aécio por Hélio

 A reação de Antonio Anastasia (PSDB), candidato de Aécio Neves ao governo de Minas, abriu uma crise no comitê de Hélio Costa (PMDB).
Ministro das Comunicações até abril, Hélio reivindica uma injeção de Lula em sua campanha.
O vice de sua chapa, Patrus Ananias (PT), ex-ministro do Bolsa Família, compartilha da mesma opinião.
Para os dois, só Lula pode, a essa altura, estabelecer um contraponto à presença de Aécio na campanha rival.
Ouvido, Lula se dispôs a ajudar, mas rejeitou a idéia de travar com Aécio uma guerra de prestígio em Minas.
Aécio não mede esforços. Chegou a gravar um pedido de voto que o comitê de Anastasia leva aos ouvidos do eleitorado mineiro pelo telefone.
O time de Hélio desejava que Lula fizesse o mesmo. O presidente torceu o nariz. Disse que a esse ponto não chegaria.
Recordou que já havia gravado mensagem de apoio para a propaganda eletrônica de Hélio Costa.
Desejava-se que fizesse nova gravação. Na peça, mais do que expressar apoio à chapa PMDB-PT, pregaria contra Anastasia e o PSDB de Aécio.
Lula, de novo, levou o pé atrás. Disse que prefere fazer campanha a favor, não contra.
Por último, solicitou-se do presidente que participasse, junto com a presidenciável petista Dilma Rousseff, de uma série de atos de campanha em Minas.
Por ora, Lula topou participar apenas de mais um comício mineiro, provavelmente na quinta-feira (9) da semana que vem.
Nesta terça (31), em meio ao curto-circuito que o crescimento de Anastasia provocou na campanha de Hélio, PMDB e PT reuniram-se em Brasília.
Hélio foi representado no encontro por Michel Temer, presidente do PMDB federal e candidato a vice na chapa de Dilma.
Pelo PT, além de Patrus Ananias, o presidente da legenda, José Eduardo Dutra. Produziu-se na conversa mais diagnóstico do que receita.
Constatou-se o obvio: dá-se em Minas algo semelhante ao que se passa na cena nacional. O eleitor parece pender para a continuidade.
A exemplo do governo Lula, a administração mineira de Aécio dispõe de alto índice de aprovação.
Em âmbito estadual, Aécio rivaliza com Lula em termos de popularidade. E converte o prestígio pessoal em votos para Anastasia. Assim como Lula faz com Dilma.
Aécio diz que, no Estado, o discurso da continuidade que Lula esgrime no Brasil joga a seu favor. As pesquisas indicam que o tucano tem razão.
Do ponto de vista de Lula, o objetivo prioritário já foi alcançado em Minas: Dilma ultrapassou nas pesquisas do Estado o rival José Serra.
Curiosamente, o presidente parece enxergar o caso de São Paulo de maneira diversa. Ali também Dilma já está à frente de Serra. Porém…
Porém, Lula decidiu tonificar sua presença na campanha estadual de Aloizio Mercadante, que mede forças com outro tucano, Geraldo Alckmin.
Para o presidente, parece mais prioritário o esforço para dobrar a espinha do tucanato em São Paulo do que em Minas. Natural.
Alckmin é um tucano de bico mais duro que o de Aécio. Num eventual governo Dilma, tende a causar mais problemas.
De resto, São Paulo é o berço do PT. E Alckmin foi o adversário de Lula na sucessão de 2006. Há na atmosfera um quê de revanche.
 

(*) Do blog do Josias de Souza.

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